Afinal é fácil escrever, partilhar, amar, sorrir, abraçar, costurar, dançar, comer, conversar, escutar, sonhar, passear, brincar... Este blogue é como que um diário onde partilho o que me apetece. Gosto de escrever, inspirar, ler, fazer rir, motivar.... São bem-vindos a entrar, ficar, comentar, ajudar, dar ideias, partilhar...! Gosto disto! Obrigada!
27 de julho de 2017
Tarde de costura...
26 de julho de 2017
Fomos aos saldos
Ora hoje, dei um pulinho aos saldos para os miúdos, que crescem que nem ervas daninhas e as roupas do ano passado já não lhes servem muito bem.
Para o miúdo trouxemos uma t'shirt e uns ténis, número 40.... What???? O meu bebé de doze anos já pode dormir em pé.
Para a miuda também vieram uns ténis e uma t'shirt "daquelas que mostram a barriga"... hummm... cá para mim aos 13 anos vai-me pedir um piercing no umbigo.
Para mim encontrei uma T'shirt giríssima na Zara, na zona das crianças... tamanho 14/15 anos. Não quis acreditar... Fica-me tão bem e a sensação de a vestir, olhar ao espelho e gostar do que se vê. Afinal a Vera magrinha está por aí... está na hora de aceitar este facto, mais do que comprovado.
Conclusão - Eles estão a crescer e eu... a ficar mais pequena! ThankGod!
24 de julho de 2017
Comidinhas novas
28 de maio de 2017
Festa é festa
26 de maio de 2017
No meu silêncio
@ No silêncio dos meus pensamentos atormentados perco-me.
Perco-me no diálogo rebuscado e ofensivo dos meus eus.
Perco-me no desafio de querer ignorar estas vozes, estes gritos, estes diálogos.
Conversas egoístas onde nenhum dos meus eus ouve o outro.
Inimigos, incongruentes, confusos, devastadores.
Paro para ouvir com atenção. Paro para tomar uma decisão.
Deixo de os ouvir. Calam-se. Mas estão lá!
Sombras escondidas nas sombras da assombrada mente onde vivem, crescem, alimentam-se e reproduzem-se. Seres vivos imortais.
Paro para escutar mas eles, calados observam-me e esperam... quando me distrair voltam a sair das sombras, sorrateiramente e gritam palavras obscenas, riem, riem muito. Falam alto. Eu ignoro ou tento ignorar, mas sei que falam de mim ou para mim... não sei!
Gritam, pulam, movimentam-se. Abanam todo o meu ser. E eu?...
Fujo. Escondo-me. Encolho-me num canto escuro da minha mente e fico por lá. Aguardo ansiosamente que se calem. Aguardo até morrer, se preciso for, pois não encontro forças para os matar primeiro.
Vera
23 de maio de 2017
Por um planeta melhor...
Normalmente peço para reutilizarem os sacos mas nem sempre me ouvem, principalmente o miúdo de 12 anos, que está a entrar "naquela fase", nunca ouve o que a mãe diz.
Resolvi a questão desta forma: peguei num tecido plastificado e num instante fiz esta bolsinha para a miúda.

Vamos começar amanhã a experiência. Em princípio vai ser para levar uma peça de fruta, no entanto, dá também para levar pão, bolachas, frutos secos...
O material é lavável à mão ou na máquina e o melhor de tudo: protegemos o meio-ambiente e poupamos dinheiro.
Assim que tiver um tempinho livre, sento-me à máquina e faço mais uns saquinhos do mesmo género. Vou querer um ou dois para mim, claro!
Já o rapaz de 12 anos... vai ser mais difícil mas, nada como um "chorudo" aumento na mesada para o convencer a usar uma bolsinha destas.
19 de maio de 2017
Mais uma mensagem XXII
A cama. O ponto de encontro. O porto de abrigo. O ninho. O núcleo. O ponto de partida de uma relação proibida. O começo de um relacionamento privado. O berço de momentos únicos, irrepetíveis e inesquecíveis. Sofia passou a chamar-lhe "a nossa cama".
Filipe não se importava. Mas lá no fundo queria ter Sofia todos os dias. Queria ensiná-la a surfar. Queria cozinhar para ele os seus pratos preferidos. Queria poder ver a linda e sensual Sofia a envelhecer a seu lado. Nunca lhe disse isso. Guardou-o para si. Ela nunca iria entender.
Fecharam a porta do quarto e deram um último beijo. Mas ambos sabiam que não era o último beijo. Ambos sabiam que assim que a fome voltasse e o desejo surgisse, aquela porta tornaria a abrir-se para eles. A cama voltaria a ser a "sua cama". As paredes do quarto pequeno, simples e de cores claras voltariam a presenciar momentos únicos, irrepetíveis e inesquecíveis.
Mais uma mensagem II
Mais uma mensagem III
Mais uma mensagem IV
Mais uma mensagem V
Mais uma mensagem VI
Mais uma mensagem VII
Mais uma mensagem VIII
Mais uma mensagem IX
Mais uma mensagem X
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Mais uma mensagem XII
Mais uma mensagem XIII
Mais uma mensagem XIV
Mais uma mensagem XV
Mais uma mensagem XVI
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Mais uma mensagem XIX
Mais uma mensagem XX












